ESTUDO DE CASO

Como o Método Funile transformou incerteza política em decisão estratégica

Contexto: Uma liderança política em pré-campanha enfrentava um cenário comum — e perigoso.

Apesar de presença pública relevante, havia baixa clareza estratégica sobre:

Quais territórios concentravam real potencial de crescimento;

Onde existia risco político oculto;

Quais pautas mobilizavam apoio consistente;

Como priorizar recursos limitados sem desperdiçar capital político.

As decisões vinham sendo tomadas com base em:

Percepção fragmentada do território;

Pressões pontuais;

Leitura intuitiva de pesquisas isoladas.

O risco era claro: agir muito, mas decidir mal.

Foi nesse contexto que o Método Funile foi aplicado.

ESTUDO DE CASO

Fase 1 – Diagnóstico Estratégico de Cenário Político

A Funile iniciou o trabalho com um Diagnóstico Estratégico de Cenário Político, organizado em três frentes:

Análise de dados eleitorais históricos;

Leitura territorial e institucional;

Avaliação de riscos políticos e narrativos.

O objetivo não era produzir mais informação, mas organizar o cenário para decidir.

Principais achados

O diagnóstico revelou pontos críticos que não estavam claros até então:

Territórios considerados “seguros” apresentavam sinais de erosão silenciosa;

Regiões pouco priorizadas mostravam alto potencial de crescimento marginal;

Algumas pautas vistas como centrais geravam mobilização negativa em segmentos estratégicos;

Havia desalinhamento entre discurso público e realidade territorial.

O principal resultado dessa etapa foi clareza estratégica: onde agir, onde conter e onde recuar.

ESTUDO DE CASO

Etapa 2 — Inteligência Territorial e Política

Com o cenário organizado, a Funile aprofundou a leitura territorial.

O território foi analisado não apenas como espaço geográfico, mas como ambiente político, considerando:

Comportamento eleitoral por zona;

Indicadores sociais e institucionais;

Histórico de apoio, rejeição e volatilidade;

Padrões locais de influência política.

Resultados práticos

A inteligência territorial permitiu:

Classificar territórios em consolidação, disputa e risco;

Redefinir prioridades de presença política;

Ajustar discurso conforme dinâmicas locais;

Abandonar ações de baixo retorno estratégico.

Pela primeira vez, o território deixou de ser tratado por intuição e passou a ser tratado como decisão estratégica.

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Etapa 3 — Direcionamento Estratégico

Com base no diagnóstico e na inteligência territorial, a Funile conduziu a fase mais crítica do método: a escolha.

Nesta etapa, foram definidos:

Quais pautas deveriam ser priorizadas;

Quais temas exigiam cautela ou silêncio estratégico;

Onde investir tempo, recursos e capital político;

Qual sequência de decisões fazia mais sentido no curto e médio prazo.

O que mudou

Antes do método:

Muitas ações simultâneas;

Pouca hierarquia de prioridades;

Alto desgaste com baixo retorno.

Abandonar ações de baixo retorno estratégico.

Depois do método:

Foco claro em territórios-chave;

Agenda política mais coerente;

Decisões sustentadas por evidência;

Redução significativa de ruído e improviso.

A estratégia passou a ser consciente, não reativa.

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Etapa 4 — Suporte à Execução Estratégica

A Funile acompanhou a implementação das decisões, garantindo coerência entre estratégia e ação.

O suporte envolveu:

Ajustes contínuos de rota;

Leitura de sinais de alerta no território;

Alinhamento entre discurso, agenda e presença política;

Antecipação de riscos narrativos.

A execução deixou de ser tentativa e erro e passou a ser consequência direta da decisão estratégica.

ESTUDO DE CASO

Resultados observados

Sem prometer resultados mágicos, o impacto do Método Funile foi claro:

  • Maior eficiência no uso de recursos;

  • Redução de decisões improvisadas;

  • Aumento da coerência estratégica;

  • Fortalecimento do posicionamento político;

  • Maior segurança da liderança nas decisões críticas.

O maior ganho não foi visibilidade imediata.
Foi capacidade de decidir melhor em um cenário complexo.

ESTUDO DE CASO

Aprendizados do caso

Este estudo de caso reforça um princípio central do Método Funile:

  • Estratégia não é fazer mais.
  • Estratégia é escolher melhor.

Dados, quando tratados isoladamente, não resolvem.
Intuição, quando atua sozinha, expõe ao risco.

A combinação entre diagnóstico, inteligência territorial e decisão consciente é o que transforma dados em poder político aplicado.

ESTUDO DE CASO

O papel da Funile

Neste caso, a Funile não atuou como executora de campanha.
Atuou como parceira estratégica no momento da decisão.

Nosso valor esteve em:

  • Organizar o cenário;

  • Reduzir incerteza;

  • Ajudar a liderança a escolher com clareza;

  • Evitar erros caros antes que eles acontecessem.

ESTRATÉGIA POLÍTICA

O diferencial do Método Funile

O Método Funile não começa pela execução.
Não começa pela comunicação.
Não começa pela ação.

Ele começa pela decisão.

Porque, no fim, política não é sobre fazer mais. É sobre decidir melhor.

Algoritmos de mídia social e Campanha Política | Funile

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